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Resenha crítica: Spencer

  • Foto do escritor: Guilherme Porrino
    Guilherme Porrino
  • 8 de mar. de 2022
  • 2 min de leitura
Kristen Stewart dá vida a princesa Diana em sua trágica história na coroa britânica
Foto: Divulgação

A triste história da Princesa de Gales, durante sua passagem pela família real do Reino Unido, é um tema que chama muita atenção desde sua súbita morte em 1997. No filme Spencer, de 2021, do diretor chileno Pablo Larraín, acompanhamos a protagonista Diana Francês Spencer (Kristen Stewart) durante três dias.


A trama se desenrola através dos dias de véspera, natal e pós-natal, que são regados de tradições inglesas. O tom do longa metragem é preciso. A sensação sufocante vivida pela Princesa, imposta pelas milhares de regras e deveres requisitados pela coroa, é transmitida brilhantemente. A paleta de cores também complementa essa experiência, com tons frios e mais pastéis, que passam bem a ideia de tristeza e angústia vivida pela protagonista.


A seleção de atores é concisa. Kristen Stewart entrega, com maestria, uma Diana completa. Com seus trejeitos, forma de falar e o principal, a expressividade em suas feições e olhares, ela foi capaz de passar aquilo pelo que sempre foi criticada na Saga Crepúsculo: emoção.


Foto: Divulgação

Outros destaques são os atores Jack Nielen e Freddie Spry, que interpretam com seriedade os jovens príncipes William e Harry, respectivamente. Eles são a principal companhia e motivação da protagonista. Muitas vezes vemos a maturidade e consciência que ambos apresentavam sobre a realidade de sua mãe. A escocesa Stella Gonet interpreta ninguém menos que a Rainha Elizabeth II que, mesmo com pouquíssimas cenas, é capaz de transmitir a presença e frieza da monarca.


As referências são base nesse filme. Logo nas primeiras cenas vemos um comboio, que a primeiro momento, parecia estar indo em direção a guerra, mas, na verdade, se dirige com os suprimentos para as acomodações reais. Essa ideia de militarismo é como Diana enxerga a família, cheia de regras e missões a serem cumpridas pelo bem do povo. Além disso, vemos que há uma prisioneira de guerra, a própria Princesa de Gales.


A moda sempre foi atrelada à imagem de Spencer, ela costumava se expressar muito através de suas roupas. No filme, não é diferente. Fica claro que quando a protagonista se comunica através de suas roupas, quando ela pode escolher o que quer vestir, vemos sua verdadeira personalidade.


Spencer é um belo filme, Pablo Larraín alcança tudo o que mirou. Entrega bons personagens e representações, cria um ambiente perfeito para as sensações vividas pela protagonista e por fim, mostra o sofrimento de uma mulher que não encontrou o amor e sempre lutou para ser feliz.




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